Edição 147
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Comentários
Eu voltei uma viagem de brasilia a senges vazio por conta disso, não consegui liberar o seguro tinha dpcta atrasada
ildefonso
Excelente vitória do Sindicato em favor da classe de caminhoneiros do brasil, isto vem somar para a melhoria das atividades na área, parabens.
Clovis fava Filho Pres. sindicam CEARA.
Muito bom.... isso abre as portas para muitas pessoas, que querem trabalhar e por conta das restrições, infelizmente não podem. Parabéns
Claire Dotti
PERDI EMPREGO BOM DEVIDO À PROCESSO EM 95 , MESMO COMPROVANDO SER INOCENTE.
MARCO ANTONIO
Parabens A todos Que contribuiran para este grande avanço em nao prejudicar quem trabalha . caminhoneiros e motorista nao podem ser impedidos de trabalhar para cumprir com suas obrigaçoes Quem Deve ser responsabilizados sao os politicos fazendo leis que melhore as segurança pois pagamos para ter e nao temos
Domingos De Castro
Queria saber se essa "doutora" poderia explicar quem vai pagar a conta das Seguradoras, por conta de diversos sinistros que evitamos de Apropriação Indebita e/ou Desvio de carga, que é justamente o que essa ferramenta tem a missão de prevenir?Profissional correto não passa por qualquer tipo de restrição.
França
parabéns a procuradora,tem que ferrar sim essas seguradoras de cargas,como que querem que pagamos as n ossas contas se eles ficam nos bloqueando e impedindo de trabalhar.essa punição tem que se estender pra GV também que faz o mesmo.
marcus
Excelente....Até que enfim uma providência a favor dos caminhoneiros - isso realmente não pode acontecer - impedir o caminhoneiro de ganhar o seu sustento , se ele tem divídas só conseguirá paga-las estando trabalhando, com que autoridade essas empresas divulgam dados que atrapalham a vida dos profissionais. Essa providência tem que se estender a todo o território nacional, parabéns Dra.Ana Cláudia Gomes, sua atitude nos dá muito orgulho que todo o Ministério Público do Brasil siga seu exemplo.O setor de logistica já está passando um aperto por haver falta de caminhões para transportar nossa produção, agora imagina se começarmos a impedir os nossos profissionais que estão na ativa de trabalharem.O governo tem que impedir que empresinhas de cobrança fiquem divulgando listinhas sujas por conta propria prejudicando o trabalhador.
Palax - Apoio ao Caminhoneiro
Parabéns!!!! Essas seguradoras estão tirando a paciência de todos!!! Eu, como Transportadora vejo a dificildade de se relacionar com as seguradoras, imagina os motoristas que nem sempre dispõe de ferramentas como a internet, fax, etc...
Eles exigem demais, muitos caminhoneiros tem dívidas por culpa do baixo valor do frete....e ai?? quem ajuda a melhorar isso??? as seguradoras ??? Certamente não !! Então sou da velha opinião, quem não ajuda, favor não atrapalhar !!
Espero que essa idéia seja levada a diante !!!
Marili Xavier
Acho que tem que haver um equilibrio ai, de um lado nao da para deixar bandido carregando carga, que daqui a pouco nao vai mais existir seguro de carga, de outro lado nao se pode proibir motorista trabalhador que ta ganhando a vida, so por que deixou uma prestacao atrazada. os postos de gasolina e borracharia tao recebendo cheques que ja davam como perdido por conta de motorista que quer limpar o nome, isso eu acho uma coisa boa,
Sandro
esta doutora esta de parabens .Esta atitude deveria ser tomada tambem contra pamcary,e tambem contra a boni.Nos motoristas nao podemos pagar pela imcopetencia dos nosso politicos.A varios politicos com o nome sujo e estao trabalhando porque que nos nao podemos
paulo henrique quadros oliveira
Acordo na Justiça pode pôr fim à lista suja |
Gerenciadora de risco de Minas Gerais aceitou parar de investigar e divulgar informações da vida privada dos motoristas para se livrar de acusação de discriminação do Ministério Público |
| Guto Rocha |
Um acordo entre o Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais e a empresa Gertran – Gerenciamento de Riscos, de Belo Horizonte (MG), pode abrir caminho para acabar com um problema que tem dificultado e até impedido o trabalho de caminhoneiros em todo o País: a divulgação de dados sigilosos que constam nas chamadas listas sujas. Pelo acordo, a empresa se comprometeu, sob pena de multa, a não investigar e divulgar dados da vida privada e íntima dos motoristas, impedindo-os de trabalhar. Em 2007, o Sindicam-SP entrou com uma denúncia no Ministério Público do Trabalho de São Paulo contra empresas gerenciadoras de risco que bloqueiam o nome dos motoristas que apresentam alguma pendência com Serasa, SPC, Cartórios de Protestos, Fisco, Polícia e Poder Judiciário. O caso chegou a Minas porque uma das empresas, a Gertran, era mineira. A Procuradoria Regional do Trabalho de Belo Horizonte ingressou com uma ação civil pública contra ela. Para a procuradora do Trabalho da 3ª Região, Ana Cláudia Nascimento Gomes, o que a empresa fazia era discriminação. “Foi fácil encontrar a prova da ilegalidade porque a empresa reconhecia em seu próprio site que tinha (a lista suja) como um serviço para o público”, conta a procuradora. Ana Cláudia explica que, segundo a CLT (lei trabalhista) e a Constituição, qualquer pessoa é livre para trabalhar se tiver a qualificação exigida por lei para aquela atividade. “Mais do que isso configura uma exigência desproporcional e pode ser entendido como discriminação”, diz. Segundo a procuradora, a Gertran tinha um cadastro com 30 mil motoristas, e cerca de 30% deles estavam negativados por conta de débitos. “Mas só um caso apresentava antecedentes criminais”, observa. Por isso, destaca a promotora, o acordo prevê que a pesquisa criminal continue. “Apesar de que a pessoa que esteja condenada ou sentenciada não pode perder seus direitos de trabalhador”, comenta. A pena para o descumprimento do acordo é uma multa de R$ 50 mil para cada dado que a Gertran divulgar. Para o presidente do Sindicam-SP, Norival de Almeida Silva, o acordo obtido em Minas Gerais foi uma vitória. “Não é papel das gerenciadoras de risco fazer o trabalho de cobrança de cheques sem fundo ou de IPTU atrasado.” Segundo Silva, o Sindicam-SP tem um processo na Justiça contra 52 gerenciadoras de risco. Em sua avaliação, o acordo de Minas pode abrir espaço para novas conquistas do gênero. Waldir passou apertado Para gerenciador, só há cadastro “positivo” Voltar |
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