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FENATRAN 2022: Novos DAF têm custo operacional 10% menor

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Montadora apresentou pela primeira vez sua linha Euro 6 e o LF Electric, caminhão 100% elétrico produzido na Europa

A DAF apresentou na Fenatran suas linhas de caminhões CF e XF Proconve P8/Euro 6, com Custo Operacional Total até 10% menor. Segundo a montadora, essa redução de custo se deve à combinação de uma nova calibração de injeção de diesel nos motores MX-11 e MX-13, nova bomba d’água variável, sistema EGR que permite menos consumo de Arla 32 e o uso do Controle de Cruzeiro Preditivo, agora de série em toda a linha.

A linha CF equipada com motor Paccar MX-11 ainda ganhou novas potências de 340cv e 370cv, que, somadas às atuais 410cv e 450cv, trazem maior versatilidade de aplicações para o modelo. Outra novidade é o opcional de suspensão pneumática full air para configurações 6×2 e 4×2, disponíveis ao mercado a partir do segundo semestre de 2023.

“A DAF está um passo à frente no lançamento dos novos motores Euro 6/ Proconve P8, pois elevou o patamar dos seus caminhões, com menor alteração construtiva do motor. Esta característica se traduz em mais confiabilidade para o cliente, que terá um DAF robusto e de alta qualidade como ele conhece, e muito mais eficiente e com baixo nível de emissão de poluentes”, afirma Alan Messias, diretor de Desenvolvimento de Produto da montadora.

LF Eletric

O diretor de Vendas, Gabriel Fernandes, explicou à Revista Carga Pesada que os caminhões DAF Euro 6 custam 15% a mais que os Euro 5, aumento menor que o estimado para os novos veículos da concorrência – cerca de 20%. “Quando se fala em atualização principalmente em sistemas de pós-tratamento, estamos falando de componentes importados de alto valor agregado. Por mais simples que a mudança visualmente possa parecer, há vários componentes novos que são majoritariamente importados”, justifica.

ELÉTRICOS

A DAF também mostrou aos visitantes da Fenatran o caminhão LF Electric 100% elétrico, produzido na Europa. “Nosso objetivo foi mostrar essa tecnologia que está muito madura tanto no mercado europeu quanto no americano”, conta Fernandes, que está na DAF desde 2012, antes da produção do primeiro caminhão da marca na fábrica de Ponta Grossa (PR), que ocorreu em 2013. “A ideia é mostrar para nossos clientes que a gente está investindo em fontes alternativas de energia e que algumas delas já estão em produção nesses mercados mais maduros”, complementa.

A adoção dos caminhões elétricos pesados no mercado brasileiro, no entanto, ainda pode demorar. “Quanto a trazer esse produto para o Brasil, a gente vai continuar nosso trabalho de monitorar, fazer a leitura de cenários, ouvir a demanda do cliente e, no momento que houver um contexto favorável, iremos trazê-lo sem dúvida.”

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